Cátia Stockler

About Cátia Stockler

Cátia Stockler é Psicóloga graduada pela UNESA-RJ. Pós-graduada no IGTSP-Instituto de Gestalt-Terapia em São Paulo, módulo Desenvolvimento Humano e Pós Graduando em Psicologia Clínica em Gestalt-Terapia. No Rosa Valente, fala sobre temas relacionados a Psicologia e cotidiano.

Viva a alma, em um respeito fascinante.

By |2018-10-23T09:39:23+00:00outubro 24th, 2018|Categories: Reflexões|Tags: , |

Em um encontro esperado de confraternização e alegria estávamos nós, amigas a mesa de um restaurante conversando sobre assuntos variados, risadas, comidinha gostosa, atenção e disponíveis ao acolhimento que ali se apresentava. Entre o grupo estava presente uma pessoa que participava dos assuntos ouvindo atentamente e observando o ambiente, o prato escolhido e servido a ela. Essa especial senhora de setenta e sete anos, hoje com uma patologia neurológica confirmada que por vezes rouba sua memória de ação ou memória operacional como denominamos em psicologia e medicina, por tanto a fuga da memória tem se tornado constante. E em meio aos assuntos conversados cada uma de nós se lembrou de algum fato marcante ou importante de acontecimentos atuais, eventos sociais familiares, como estão sendo organizados nos dias de hoje, mais despojados e recordando como eram organizados há tempos atrás, com suas praxes, etiquetas, cerimoniais, vestuários entre outros, as exigências eram diferentes. De repente a memória mais antiga da senhora lembrou-se da construção da ponte RIO NITEROI, aquela que utilizamos para nos deslocar de carro do município do Rio para Niterói e outras regiões do outro lado da Baia de Guanabara e fez um relato de quando trabalhava como enfermeira em um hospital do Rio recebeu vários casos de acidentes com operários que trabalharam naquela obra, acidentes com ferimentos graves, lesões, episódios de desesperos e desajustes mentais, neurológicos causados por ar comprimido. Ficamos todas ouvindo com certo pesar e ao mesmo tempo em nossa memória tão saudável ajustando o acontecido com

ALGUÉM QUE CONHECI! RELATO DE UM PÁSSARO COM SEU PIO!

By |2018-10-17T16:52:12+00:00outubro 18th, 2018|Categories: Reflexões|Tags: , , |

Olá, pessoas lindas que acessam o nosso blog Rosa Valente! Como sempre adoro viver momentos e relatá-los da forma como sinto, então compartilho esse com vocês.

Um dia um pássaro diferente curioso sobrevoava a varanda de um shopping, pousou em um banco e ficou procurando por algum resto de farelo para comer e não achou. Mas, olhou uma coisa diferente e voou para perto para verificar. Muito curioso começou a dar bicadas para ver se a coisa se movia, e de repente veio um vento que abriu e desfolhou a coisa. Ainda muito curioso e dotado de um dom mágico percebeu uma frase: “OLÁ VIDA”! E continuou a olhar e percebeu outra frase. “UM PÁSSARO SEM ASAS.”

E o pássaro se perguntou, “como um pássaro sem as asas?”. Então o pássaro, ainda muito curioso, resolveu usar seu dom mágico oculto e começou a bicar cada linha do que estava escrito, o vento como aliado virava as páginas para ele. O pássaro percebeu que eram histórias vividas nas várias viagens que aquele pássaro sem asas deu ao longo de sua vida até então.

O pássaro curioso se perguntou novamente, “como esse pássaro é sem asas?”. Ele voou alto, voou baixo, sentiu muitos ventos fortes, brisas leves, sentiu cada sensação dos momentos.

E o pássaro curioso começou a se olhar, verificou suas próprias penas, asas, cauda e indagou para si mesmo: “eu tenho penas, asas, voo de um lado para o outro tão rapidamente e nunca experimentei momentos assim sensações, tão ricas, que alimentam qualquer faminto!”

Que

Do Pastel ao Limão… Contemplando pessoas!

By |2017-12-21T10:31:46+00:00dezembro 27th, 2017|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , |

Olá, pessoas lindas que acessam o Blog Rosa Valente! Pergunto, quem já foi em uma feira livre na sua cidade ou bairro? Aquela que expõe frutas, legumes, verduras, flores, frango, peixe e coisas que só encontramos lá. Acho que muita gente!

Pois é, em dos meus dias livres, resolvi comer aquele pastel de queijo gostoso com caldo de cana em uma das feiras livres no meu bairro, sem me preocupar em estar vestida formalmente, sem culpa pelos quilinhos a mais, sem maquiagem, sem ligar para o esmalte na unha que descascou ou com o cabelo e sem celular. Venho compartilhar com vocês essa experiência, um olhar que surgiu depois de ter frequentado inúmeras vezes o mesmo ambiente desde criança. Agora me surpreendo como frequentei um lugar sem percebê-lo, no automático. Mas afinal, o que tem de especial em uma feira de rua?

Enquanto comia meu pastel, olhava as pessoas que circulavam e de repente ouço um feirante falar alto com os outros com um tom de voz agradável e descontraído:

“gente, chegou à concorrência desleal!”. Curiosa, me virei para olhar. Era um rapaz sem pernas, amputado quase na altura dos quadris que se deslocava em cima de um carrinho de rolimã, meio que adaptado para que ele pudesse ficar com mobilidade suficiente para vender seus saquinhos de limão pendurados em seu pescoço. O mesmo rapaz ainda carregava uma plaquinha de papelão onde estava escrito limão a jato. Ele gritava “olha o limão verdinho e levado até você freguesa! Aqui a barraca vai até

Sobre ADEJ – Associação de Deficientes Físicos de Joinville.

By |2017-11-07T09:05:20+00:00novembro 7th, 2017|Categories: Curiosidades|Tags: , , , |

Convido todos os que se fazem presente nessa publicação para conhecer esse lindo trabalho de Fé, Amor e Caridade, Solidariedade Humana.

Antes de qualquer coisa, quero compartilhar a carta do presidente da ADEJ, Professor Sérgio Luiz Barreto de Sá, com o propósito de apontar diretamente o objetivo e missão dessa instituição. Acredito que a leitura ajuda a dar continuidade neste trabalho, além de esclarecer ao público a verdade daqueles que se disponibilizam a servir solidariamente e agir em prol do ser humano.

Respeitosamente aproveitando o final da carta,  Deus não ama apenas quem dá com alegria, mas também aqueles que são felizes no ato de doar, participar, envolver-se e sentir.
Dando continuidade, mostro agora o encontro da ADEJ com outras associações. Juntos realizaram algumas reivindicações e, na sua maioria, obtiveram sucesso.

 

É bom saber que é possível realizar propósitos com persistência, dedicação e valores de caráter humano!

Parabenizo e agradeço ao presidente e professor Sérgio Luiz Barreto de Sá e toda a sua equipe eficiente da ADEJ, nada seria possível sem a prestimosa colaboração de seus membros solidários e dedicados. Agradeço também os pertencentes às outras associações. Concluo essa mostra oficial da ADEJ convidando a todos que curtem o nosso ROSA VALENTE a acessarem também o site da ADEJ. Vamos acompanhar?

Em uma nota pessoal, autorizo-me a compartilhar que, ao longo dos anos, o Professor Sérgio Luiz Barreto de Sá e sua esposa, Sra. Virginia Lyra Barreto de Sá, sempre