“Os Incríveis 2” estreou dia 28 de junho e entre os trailers, propagandas e o início do filme propriamente dito algo que ninguém sabia o que era apareceu. Propaganda? Trailer? Não. Está longo demais. É UM CURTA! “Ah, que bonitinho ela adotou uma comida que ganhou vida”. “MEU DEUS ELA COMEU O FILHO!”. O que que está acontecendo? Gente. Espera. Uffa, era uma metáfora. MEU DEUS É UMA METÁFORA. Vou chorar. chorei.

Foram essas as frases que eu e meus três amigos que me acompanhavam soltávamos enquanto estávamos assistindo ao curta-metragem “​Bao”. 

O curta é dirigido por Domee Shi, primeira mulher a comandar um curta-metragem da famosa Pixar. “Bao” tem dois significados, segundo a diretora em entrevista para a EW (http://ew.com/movies/2018/03/30/pixar-bao-first-look/). O primeiro é “pãozinho cozido no vapor” e o segundo é “precioso, tesouro”. Baseada em sua própria história de vida, Shi trouxe para a animação o duplo sentido da palavra: em pouco mais de 7 minutos ela traz às telonas a relação mãe-filho e as dificuldades que pais imigrantes possuem ao criar seus filhos em duas culturas diferentes.

O filme não tem falas e mesmo assim consegue levar o público infantil e adulto às lágrimas. De certo muitos ali se viram naquelas cenas. O pequeno pãozinho chinês e sua mãe possuem uma história universal e de fácil identificação de qualquer público mostrando os pais que fazem de sua para proteger os filhos e as tentativas dos filhos de trilharem o seu próprio caminho.

Sei que esse post foi curto, mas precisava de um espaço só para ele. É isto. Fim.

ASSISTAM OS INCRÍVEIS 2 E VEJAM ESSE CURTA! O ingresso é 2 em um.