Ao começar a aceitar que ninguém é perfeito, que todos erram e que devemos entender o que somos, que sorrir e ser alegre é uma das melhores coisas que existe, comecei a acreditar na vida e nas pessoas como elas são.

Quando percebi que ficar se lamentando não é solução para os meus problemas e que tudo tem um propósito, parei de reclamar e culpar a Deus por minhas vicissitudes. Quando passei a acreditar em mim mesma, nos meus objetivos e sonhos, consegui prosseguir a caminhada.

Quando entendi que dinheiro não é tudo, que as roupas que uso e as coisas que tenho ficarão por aqui, e que tudo na vida tem um sentido quando nutrimos sentimentos bons e alimentamos a nossa alma, que minha família são os melhores amigos que tenho, passei a ver o mundo com outros olhos.

Precisei perder minha fé, alguns amigos que achava que tinha, minha adolescência e minhas referências para então resgatar valores, meu “eu“e me reinventar com novas possibilidades. Como diz minha mãe, o que a gente não aprende com amor, nós aprendemos na dor.

São coisas simples estas que escrevi acima e que todas as pessoas sabem (ou pelo menos deveriam saber) mas poucos entendem.