Mais amor, por favor!

By |2019-06-25T10:25:01-03:00junho 26th, 2019|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , |

O amor é como uma dádiva divina. Sinônimo de confiança, respeito, atenção, carinho e solidariedade. Creio eu que só se ama uma vez na vida e quando esse amor chegar, ficará pra sempre. Por mais que o tempo passe, nunca deixará de existir, por mais que estejamos longe ou não vejamos a pessoa amada com tanta frequência; se é amor verdadeiro não existe nada que apague. Sempre existirá amor pra recomeçar, mesmo que dificuldades apareçam, brigas existirem, falta de dinheiro, o amor ainda será mútuo. A cumplicidade, está nunca deixará de existir.

Só ama de verdade quem tem coração livre e liberto, quem não guarda mágoa nem rancor, onde todos os sentimentos sentidos chamam-se amor. No coração de quem não tem espaço para sentidos reversos, para mesquinharias, ou sentimentos vazios. Também existe muito amor no coração de quem ajuda o próximo, não somente com doações em dinheiro. Mas aqueles que também emprestam seus ouvidos, seu ombro, para as pessoas desabafarem e chorarem, está entrega ao nosso semelhante também é uma forma de amor.

Cada pessoa tem seu jeito de amar, tem pessoas que não conseguem demonstrar o quanto nos amam e são nos pequenos cuidados, nas pequenas coisas que demonstram seu sentimento. E com isso aprendemos a “escutar” e interpretar nos pequenos detalhes estas três palavrinhas que gostamos tanto de ouvir “eu te amo” nas entrelinhas destas expressões “cuide-se, vá com cuidado, quando chegar me liga …”

Falando em amor ele também existe no nosso cotidiano e está por toda a parte. Como

Doenças e seus ganhos secundários

By |2019-03-14T10:41:35-03:00março 16th, 2019|Categories: Psicologia|Tags: , , , , , , , , , |

Ganhos secundários são as consequências que acompanham situações nas quais indivíduos por ocasião de uma doença ou simulação de uma, recebem um tipo de atenção que até aquele momento não tinham. É um movimento tão sutil a priori que na maioria dos casos não é percebido pelo indivíduo que está doente ou passando por uma situação negativa; o que torna mais provável a repetição desse comportamento.

Um comportamento que é aprendido ainda na infância. Um exemplo clássico: uma criança acorda com febre e tosse num dia frio de inverno, está chovendo e ventando lá fora; a mamãe cuidadosa e diligente, mede a temperatura e constata que seu pequeno está realmente com febre; sua primeira decisão, é que ele não irá para a escola, ficará de cama sendo medicado e recebendo atenção redobrada. A criança além dos cuidados para a recuperação de sua saúde, também receberá os benefícios implícitos e explícitos dessa relação, transformando uma situação negativa (a doença), em algo positivo (amor, carinho e atenção redobrada); e isso, é um estimulante para reforçar e incentivar esse tipo de comportamento. Por isso, é inconsciente, isto é, a princípio o indivíduo não tem consciência que está recebendo algo em troca, por estar doente.

É errado? Não, nem pecado. Diferentemente de várias denominações religiosas, a Psicologia não quer punir e muito menos julgar o ser humano; a Psicologia como ciência e profissão, estuda profundamente os fenômenos que envolvem os comportamentos e seus “gatilhos” ativadores, para a partir desse entendimento usar a Psicoeducação, para informar e