Filme: Minha Vida em Marte

By |2019-03-11T09:08:48-03:00março 11th, 2019|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , |

Depois do grande sucesso “Os Homens São de Marte… e é pra lá que eu vou”, Mônica Martelli emplaca mais um gol de placa com “Minha Vida em Marte”, agora com direção de Susana Garcia. Eu, como uma boa amante de ABSOLUTAMENTE TUDO que a Mônica Martelli produz, fui assistir a esse majestoso filme no cinema duas vezes.

“Os Homens São de Marte… e é pra lá que eu vou” foi um sucesso não só nas telonas do cinema, mas também nos palcos e continua sendo um sucesso na televisão com série de mesmo nome exibida pela GNT que já caminha para sua quarta temporada.

Devido a essa grande audiência, Mônica resolveu contar a continuação da história da protagonista Fernanda, vivida pela atriz (que também é a roteirista da história). Na primeira parte da história, temos a saga de Fernanda pelo marido ideal. No segundo filme, temos uma Fernanda e o casamento com Tom (Marcos Palmeira) em crise e uma filha pequena.

O grande diferencial é que no segundo filme a história não se baseia na busca de Fernanda por um novo amor ou novas aventuras (obviamente isso é um dos cenários, mas não podemos caracterizar como a base do filme). O filme reflete a relação de amizade entre Fernanda (Mônica) e Anibal (Paulo Gustavo), com mais ênfase na reta final do filme, e assim como o anterior, também é uma adaptação dos palcos.

O foco da protagonista agora é entender o porquê, à crença dela, ela falhou na missão de construir a família

XVII Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

By |2018-10-23T09:23:44-03:00outubro 23rd, 2018|Categories: Cultura|Tags: |

Antes de mais nada, ou antes de tudo, esse post é para agradecer pela existência desse prêmio e os demais prêmios direcionados ao cinema brasileiro. Já que mundo afora são poucos os que nos valorizam, a gente mesmo se valoriza (só falta o grande público se engajar mais).

Dia 18 de setembro de 2018 aconteceu o XVII Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, organizado pela Acadêmia Brasileira de Cinema (ABC).

Inicialmente foi apresentado por Charles Fricks e Laila Garin (Os apresentadores do Prêmio) de forma teatral como uma homenagem ao cineasta Nelson Pereira dos Santos. Além disso, Laila foi acompanhada da Banda “A Roda” na execução da trilha sonora escolhida para acompanhar a encenação.

Antes do início da premiação propriamente dita, Jorge Peregrino, atual presidente da ABC, prestou uma homenagem ao ex-presidente da Academia e cineasta Roberto Farias, falecido em maio deste ano. Junto à homenagem foi transmitido o filme “Assalto ao Trem Pagador” de 1962 e dirigido por Farias.

O filme “Bingo: o rei das manhãs” teve o maior número de indicações e de prêmios recebidos, incluindo melhor ator e melhor filme.

A grande homenageada da noite foi Fernanda Montenegro. A emoção tomou conta de todos no momento do reencontro de Fernanda com o ator Vinícius de Oliveira, com quem contracenou no filme “Central do Brasil” em 1998 e a garantiu a indicação para o Oscar (não trazendo-o para o Brasil como exemplo da maior injustiça internacionais que o nosso país já sofreu).

Antes de encerrar e divulgar os vencedores, parabenizo a direção do evento que

Dona Flor e Seus Dois Maridos [contém spoilers]

By |2017-12-04T14:43:38-03:00dezembro 4th, 2017|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , , |

Teodoro (Leandro Hassum), Flor (Juliana Paes) e Vadinho (Marcelo Faria) – Filme 2017. Direção: Pedro Vasconcelos

 

Depois de anos de espera, a nova leitura audiovisual de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” finalmente chegou às telonas. Com direção de Pedro Vasconcelos (diretor geral do sucessão “A Força do Querer”) e com produção de Marcelo Faria (também ator do filme), a obra foi novamente adaptada após 41 anos da sua primeira montagem cinematográfica e 19 anos depois da sua adaptação para as telinhas.

Como já sabem, sou amante das nossas artes nacionais, mas o que vocês não sabem é que apesar de admitir a grande importância de Jorge Amado para a nossa literatura, seu estilo de escrita nunca foi dos meus favoritos para leitura. Todavia, eu sempre gostei muito de suas releituras para cinema, tv e teatro.

Prova disso é que o filme Dona Flor de 1976 foi um dos primeiros filmes nacionais que eu assisti após ser apresentada às relíquias dessa nossa arte. E encantada eu fiquei com aquilo que me apareceu. Eu também sou apaixonada pela novela Tieta – no ar atualmente no Canal Viva – apesar de ter desistido da leitura. A história dos Capitães da Areia também é uma das minhas preferidas dos anos de Vestibular FUVEST, porém, nunca encerrei a leitura.

Enfim, não estamos aqui para fazer crítica às obras de Amado e sim, falar desse filmão que está de volta para a nossa alegria!

O filme acerta em seguir a ordem