Quando preciso de força

By |2019-04-22T08:56:12-03:00abril 22nd, 2019|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , |

Sempre quando preciso de força, encontro nos meus pais, Vania Maria Dotto Alves e Boaventura Pinto, e nas minhas duas irmãs, Carla Pinto e Bruna Pinto.

Quando estou desmotivada, pensando em desistir da minha luta, quando a vida parece sem graça. Eles me mostram que ela é muito melhor que parece ser, me levantam toda vez que caio, ou até mesmo antes de eu tropeçar já estão me aparando!

Com eles eu aprendo a me renovar, a me reinventar, a me reencontrar, a acreditar em mim novamente e em sentimentos, que já estavam completamente desacreditados!

Tudo que sou, a minha persistência, a forma como vejo a vida devo a minha família e alguns poucos e bons amigos!

Em suas palavras encontro a esperança que sempre o melhor ainda está por vir!

Amo vocês mais que tudo!!

O Futuro

By |2018-05-11T10:38:07-03:00maio 14th, 2018|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , , , , , |

Não sei qual será meu futuro, mas alguém sabe? A nossa vida passa tão rapidamente que quem é esperto curte cada segundo e sabe que nós somos frutos das nossas experiências adquiridas no passado, nossas expectativas e objetivos no futuro.
Vale sonhar, acreditar em coisas novas e ser sempre você mesmo. Não se acomodar e fazer algo novo.
Até aonde eu me lembro ainda não havia compartilhado com vocês nada sobre a minha cirurgia no pescoço. Pois é, uma das minhas cirurgias foi neste local. Ela precisou acontecer porque eu tinha muita contração neste lugar, era tão forte que minha cabeça ficava quase grudada nas minhas costas. Eu não conseguia enxergar nada que estava na minha frente, nem o meu rosto no espelho, por último tinha muita falta de ar e não estava conseguindo comer nada sólido. Toda minha comida era liquidificada. Foi uma época bastante difícil porque eu odeio sopa (risos). Não, né gente, não foi só por isso. Obviamente!
Fiz três cirurgias no meu pescoço. A primeira, em 2004, foi bem menos invasiva e não deu certo. A segunda, em 2006, era irreversível, pois todos os meus músculos seriam seccionados. Eu ainda corria o sério risco de ter o meu sistema respiratório comprometido para sempre caso os médicos cortassem uma inervação errada.
Meus pais ficaram bastante temerosos com a intervenção. Porém eu queria muito, não aguentava mais viver daquele jeito. A cirurgia tinha que ser precisa, não poderia ter erros. Então, o neurocirurgião realizou pesquisas em cadáveres da universidade em que ele

Solidão, estar só ou ser só?

By |2018-03-27T11:47:48-03:00março 28th, 2018|Categories: Moda, Reflexões|Tags: , , , , , , , , , , |

O isolamento é uma atitude de fuga, muitas vezes escolhida para nos distanciar de fatos mais dolorosos.

A solidão pode ser um estado permanente? É possível que você seja uma pessoa solitária ao invés de apenas estar se sentindo desta forma?

Para sermos mais claros, não existe uma única solidão que se ajuste aos sentimentos individuais de cada ser humano, o que encontramos são formas de solidão.

Algumas desembocam sentimentos de pânico e medo a partir de um comportamento de isolamento social que pode se agravar ao longo da vida.

Outras podem ser apenas reflexos de um momento pessoal ou ainda uma característica comportamental com a qual podemos aprender a conviver.

Seja como for, a solidão pode ser pessoalmente devastadora ou um fardo compartilhado com as pessoas a nossa volta.

Uma pessoa solitária pode não estar sozinha, apenas se sentindo desta forma a partir da maneira como interpreta o mundo.

Para simplificar, digamos que você tenha a mais absoluta certeza de que ninguém te entende em sua família. Como consequência passa a preferir cada vez mais o isolamento e quanto mais se fecha em si mesmo, menos as pessoas entendem seu comportamento.

No extremo desta sequência de eventos, suas reações à interação com as pessoas passam a ser baseadas em desconfiança.

A desconfiança pode desenvolver o medo e a partir daí é possível que se chegue ao pânico. Tudo isso por se distanciar da realidade compartilhada, como se todas as pessoas a nossa volta fossem incapazes de entender nossos sentimentos ou formas de pensar.

Enquanto na realidade, nossa forma de

Crítica: O Extraordinário – Contém Spoilers

By |2018-01-04T13:58:04-03:00janeiro 4th, 2018|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , |

Finalmente chegou às telonas o tão esperado “Extraordinário”. Baseado no best-seller de mesmo nome, do escritor R.J. Palacio, o livro foi lançado em 2012. O que esperávamos é que o filme faria parte daquele estilo que trata de assuntos tristes como doenças, problemas de saúde e como a família toda se envolve com aquela nova situação que vos é proposta. Todavia, essa não foi a solução apresentada pelo diretor Stephen Chbosky.

Jacob Tremblay em Extraordinário, 2017. Foto Divulgação

Sinopse: o filme conta a trajetória de Auggie (Jacob Tremblay – “O Quarto de Jack”), um garotinho que nasceu com uma deformidade facial devido há um raro gene que seus pais possuem e, por uma infeliz coincidência, ambos foram parar no código genético do mocinho. Auggie não frequenta a escola normal e é educado pela sua mãe (Julia Roberts – “Pretty Woman”), que abandona o sonho de ser ilustradora de livros infantis e sua carreira acadêmica. A mãe, junto ao pai (Owen Wilson – “Marley & Eu”), se convence de que está no momento de o filho frequentar o ginásio. A partir daí Auggie precisa aprender a lidar com o bullying das outras crianças para tentar fazer algumas amizades. Ao mesmo tempo que o protagonista tenta se adaptar a essa nova rotina, os pais e a irmã, Olívia (Izabela Vidovic), tentam retomar as suas vidas pessoais.

No momento em que vi o trailer pela primeira vez, acreditei ser aquele famoso clichê aonde a pessoa vive

Olá, Vida!

By |2017-12-11T08:17:27-03:00dezembro 6th, 2017|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , , |

Fim de período na faculdade e eu tinha que escolher um livro que fosse mais dinâmico para ler durante o trajeto de ida para a aula. O escolhido: “Olá, Vida! – um pássaro sem asas & outras novas crônicas”, de Fernanda Pinto (isso, a dona-proprietária deste site) que me presenteou com esta linda obra.

Quando conheci a Nanda, procurei pelo seu blog e comecei a ler algumas coisas. De tão tocada e por me identificar com as palavras que lia, peguei-me com lágrimas nos olhos por diversas vezes. Acabou que, não sei por qual razão, eu parei de ler as antigas crônicas que compunham aquele espaço.

Então, eu ganhei o livro que contém algumas crônicas que participavam do antigo site e esperei para lê-lo em um momento que eu estivesse precisando “ouvir” aquelas palavras que a Fernanda escreveu.

Como todos sabem, final de período é uma droga! É prova atrás de prova, é a responsabilidade de passar para o próximo período, é a pressão de morar sozinha, a solidão que impera quando a gente quer tudo menos ficar sozinho e, ao menos no meu caso, a troca de estágio. Fiquei realmente emocionada quando fui me despedir do meu chefe (o melhor primeiro chefe que alguém pode ter) e creio que talvez tenha sido uma emoção exacerbada, pois se acumulou com essa difícil época do ano. Inclusive, o Natal. O Natal se aproxima e eu não estou lá com a minha família! Não tem uma luz de natal na minha casa, não tem uma