Crítica: O Nome da Morte (com spoiller como sempre)

By |2018-09-14T15:17:26-03:00setembro 14th, 2018|Categories: Cultura|Tags: , |

O filme, que é estrelado por Marco Pigossi e Fabiula Nascimento, conta a história de um assassino de aluguel, Júlio Santana, e é baseado em uma história real. Na trama, Júlio se demonstra em completo desgosto para com a borracharia da família, o que o faz ser convencido pelo seu tio, Cícero (André Mattos), admirado com a sua pontaria, para mudar-se para a capital do estado de Tocantins, onde trabalharia como policial.

Lá chegando descobre a verdadeira intenção do tio: colocar o garoto como matador de aluguel. Inicialmente o ainda jovem protagonista se mantém resistente à profissão, até perceber que disso teria riqueza.

Como 150% dos filmes, ele gira em torno de uma história de amor. Maria (Fabiula Nascimento) é uma mulher mais velha que o protagonista e ambos se apaixonam e resolvem por constituir casamento e família. Ela, iludida pela profissão de fachada do marido, vive com considerável conforto, apesar de humilde.

Certa vez Júlio falha na execução de um crime e acaba preso, quando é descoberto e abandonado pela esposa. Depois de algum tempo ele e Maria retomam a relação e acordam em viver honestamente e juntos. Passam a viver miseravelmente tendo que escolher entre a carne e o pão, até que o galã recebe proposta para voltar à vida de assassino de aluguel, matando quem fosse sem julgamento de mérito. Ambos aceitam e começam a viver uma vida abastada até o filho do casal ser assassinado. Voltam a miséria e, aparentemente, inicia um ciclo de miséria-riqueza.

Bem, a moral do filme

Fala Sério, Mãe!

By |2018-01-22T10:56:08-03:00janeiro 24th, 2018|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , |

Mais um filme brasileiro explodindo nas telas do cinema! Amém! Salve o Cinema BR! Dessa vez Ingrid Guimarães (do sucesso “De Pernas para o Ar”) e Larissa Manoela (de “Meus 15 anos”), ícones de suas gerações, foram unidas pela direção de Pedro Vasconcelos (“Dona Flor e Seus Dois Maridos”) e trouxeram ao cinema um clássico da obra infanto-juvenil brasileira, “Fala Sério, Mãe!”, de Thalita Rebouças.

Eu sou absolutamente incapaz de descrever a minha felicidade ao ver uma obra de Rebouças ganhando uma versão audiovisual. Eu, com meus 20 anos, tive Thalita como nome favorito na minha estante de livro por anos e anos! Eu li (quase) todos. Eu me identificava com todos! Parecia que em cada livro eu estava dentro. Meu primeiro livro dela foi “Tudo por um pop-star” (curiosamente também foi o primeiro livro dela escrito para o público adolescente), transformado em musical em 2012 – tive a honra e o prazer de assistir – e está prestes a estrear no cinema. Eu me identifiquei muito nesse livro pois conta a história de três amigas que fazem de tudo para conseguir um momento ao lado dos ídolos – a banda Slavabody Disco Disco Boys”. Como não é segredo para ninguém eu também faço de tudo para ter um momento ao lado dos meus ídolos.

Enfim, fui crescendo e deixando a leitura de Rebouças de lado. Mas, certamente, ocupa um espaço bem importante da minha vida como leitora. Digamos, fez a minha base junto com Cervantes (do meu amado e idolatrado “Dom