Filme: Minha Vida em Marte

By |2019-03-11T09:08:48-03:00março 11th, 2019|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , |

Depois do grande sucesso “Os Homens São de Marte… e é pra lá que eu vou”, Mônica Martelli emplaca mais um gol de placa com “Minha Vida em Marte”, agora com direção de Susana Garcia. Eu, como uma boa amante de ABSOLUTAMENTE TUDO que a Mônica Martelli produz, fui assistir a esse majestoso filme no cinema duas vezes.

“Os Homens São de Marte… e é pra lá que eu vou” foi um sucesso não só nas telonas do cinema, mas também nos palcos e continua sendo um sucesso na televisão com série de mesmo nome exibida pela GNT que já caminha para sua quarta temporada.

Devido a essa grande audiência, Mônica resolveu contar a continuação da história da protagonista Fernanda, vivida pela atriz (que também é a roteirista da história). Na primeira parte da história, temos a saga de Fernanda pelo marido ideal. No segundo filme, temos uma Fernanda e o casamento com Tom (Marcos Palmeira) em crise e uma filha pequena.

O grande diferencial é que no segundo filme a história não se baseia na busca de Fernanda por um novo amor ou novas aventuras (obviamente isso é um dos cenários, mas não podemos caracterizar como a base do filme). O filme reflete a relação de amizade entre Fernanda (Mônica) e Anibal (Paulo Gustavo), com mais ênfase na reta final do filme, e assim como o anterior, também é uma adaptação dos palcos.

O foco da protagonista agora é entender o porquê, à crença dela, ela falhou na missão de construir a família

14. QUATORZE. QUA-TOR-ZE. A-N-O-S.

By |2018-07-18T09:24:51-03:00julho 18th, 2018|Categories: Moda|Tags: , , |

14 anos foi o tempo de espera que os fãs do Beto Pêra tiveram que esperar para ter uma continuação da história. Claramente não só fãs do Beto, mas da Família Pêra toda. Não é à toa que depois de 5 dias da estreia brasileira de “Os Incríveis 2” a sessão que eu acompanhei estava repleto de (jovens) adultos ansiosos para ver o que ia acontecer com nossos super-heróis depois de serem declarados ilegais. Essas pessoas tinham por volta de seus 10 anos quando assistiram ao primeiro longa-metragem da sequência.

Eu mesma tinha… sete anos! Isso mesmo. SETE ANOS. Em uma conta rápida (não necessariamente fácil) hoje tenho 21 anos. 14 anos é muita espera. Até a ex-criança mais paciente do mundo estava ansiosa. A paixão é tão grande que eu fiz o aniversário de 1 ano do meu irmão caçula ser dos Incríveis – 2013 – (ele era igualzinho o Zezé, seria até hoje, caso o Zezé não continuasse um bebê e ele crescido como toda criança).

Enfim, passados os 14 anos (sei que estou repetindo muito esse número, mas é para deixar bem marcado que foram 14 anos), chegou às telonas dos cinemas o tão esperado “Os Incríveis 2” e existem poucas sequências de filmes que são bons em todos os seus números (“Toy Story” é o maior exemplo que temos disso). Os Incríveis 2 não deixou nada a dever diante do primeiro filme.

A atenção é prendida do começo ao fim. O filme se inicia com a aparente decadência dos

Star Wars  [com muito spoiller]

By |2018-01-10T09:16:15-03:00janeiro 10th, 2018|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , , , , |

Eu sou uma completa leiga em Star Wars, mundo nerd e qualquer coisa que envolva esse tema, mas creio que não podia deixar de ter essa resenhazinha aqui – ainda mais fazendo referência direta com Extraordinário. Desta maneira, chamo minha amiga, Karine dos Reis, 23 anos, bióloga e… e… noveleira, além de fã de Star Wars para dizer mais sobre o filme para vocês!

 

 “Help me Obi Wan Kenobi. You’re my only hope.”

 

Hope, ou melhor, esperança é o adjetivo perfeito para descrever Star Wars: Os Últimos Jedi. Como foi dito no clássico epílogo, a Primeira Ordem estava a todo custo tentando destruir a Resistência, mas vimos a General Leia Organa, que apesar de todas as perdas, tentava manter a esperança (mesmo que mínima) e ensinar para o seu impulsivo Comandante Poe Dameron que, às vezes, a gente precisa recuar e que uma vitória com tantas perdas não é uma vitória.

A esperança também estava presente em Rey, que tentara a todo custo fazer com que Luke a ensinasse tudo sobre a Força e os Jedis. Mas encontramos aqui um Luke que tinha se fechado para a Força, que não acreditava mais ser capaz de treinar alguém, uma vez que seu sobrinho Ben Solo, agora Kylo Ren, tinha destruído todo o templo Jedi, matado e convertido outros Jedis para o lado negro da Força. E como isso dói no Luke, afinal ele era Luke Skywalker, o grande mestre Jedi, uma pessoa que supostamente não deveria falhar.

Por falar em Kylo Ren, percebemos o

Crítica: O Extraordinário – Contém Spoilers

By |2018-01-04T13:58:04-03:00janeiro 4th, 2018|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , |

Finalmente chegou às telonas o tão esperado “Extraordinário”. Baseado no best-seller de mesmo nome, do escritor R.J. Palacio, o livro foi lançado em 2012. O que esperávamos é que o filme faria parte daquele estilo que trata de assuntos tristes como doenças, problemas de saúde e como a família toda se envolve com aquela nova situação que vos é proposta. Todavia, essa não foi a solução apresentada pelo diretor Stephen Chbosky.

Jacob Tremblay em Extraordinário, 2017. Foto Divulgação

Sinopse: o filme conta a trajetória de Auggie (Jacob Tremblay – “O Quarto de Jack”), um garotinho que nasceu com uma deformidade facial devido há um raro gene que seus pais possuem e, por uma infeliz coincidência, ambos foram parar no código genético do mocinho. Auggie não frequenta a escola normal e é educado pela sua mãe (Julia Roberts – “Pretty Woman”), que abandona o sonho de ser ilustradora de livros infantis e sua carreira acadêmica. A mãe, junto ao pai (Owen Wilson – “Marley & Eu”), se convence de que está no momento de o filho frequentar o ginásio. A partir daí Auggie precisa aprender a lidar com o bullying das outras crianças para tentar fazer algumas amizades. Ao mesmo tempo que o protagonista tenta se adaptar a essa nova rotina, os pais e a irmã, Olívia (Izabela Vidovic), tentam retomar as suas vidas pessoais.

No momento em que vi o trailer pela primeira vez, acreditei ser aquele famoso clichê aonde a pessoa vive

Dona Flor e Seus Dois Maridos [contém spoilers]

By |2017-12-04T14:43:38-03:00dezembro 4th, 2017|Categories: Cultura|Tags: , , , , , , , , , |

Teodoro (Leandro Hassum), Flor (Juliana Paes) e Vadinho (Marcelo Faria) – Filme 2017. Direção: Pedro Vasconcelos

 

Depois de anos de espera, a nova leitura audiovisual de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” finalmente chegou às telonas. Com direção de Pedro Vasconcelos (diretor geral do sucessão “A Força do Querer”) e com produção de Marcelo Faria (também ator do filme), a obra foi novamente adaptada após 41 anos da sua primeira montagem cinematográfica e 19 anos depois da sua adaptação para as telinhas.

Como já sabem, sou amante das nossas artes nacionais, mas o que vocês não sabem é que apesar de admitir a grande importância de Jorge Amado para a nossa literatura, seu estilo de escrita nunca foi dos meus favoritos para leitura. Todavia, eu sempre gostei muito de suas releituras para cinema, tv e teatro.

Prova disso é que o filme Dona Flor de 1976 foi um dos primeiros filmes nacionais que eu assisti após ser apresentada às relíquias dessa nossa arte. E encantada eu fiquei com aquilo que me apareceu. Eu também sou apaixonada pela novela Tieta – no ar atualmente no Canal Viva – apesar de ter desistido da leitura. A história dos Capitães da Areia também é uma das minhas preferidas dos anos de Vestibular FUVEST, porém, nunca encerrei a leitura.

Enfim, não estamos aqui para fazer crítica às obras de Amado e sim, falar desse filmão que está de volta para a nossa alegria!

O filme acerta em seguir a ordem