Fitofotodermatose

By |2019-03-14T10:51:36-03:00março 14th, 2019|Categories: Beleza e Estética|Tags: , , , , , , , , , , , , |

A fitofotodermatose, mais conhecida como queimadura pelo limão, é manifestada por contato com agentes produzidos por plantas, principalmente frutas cítricas, que aliada à exposição solar, promovem um processo inflamatório e até queimaduras na pele.

Os agentes responsáveis contêm furocumarinas (psoralênicos) que podem estar presentes em alimentos, perfumes, aromatizantes e cosméticos. As furocumarinas nos alimentos são encontradas nas frutas cítricas (limão, tangerina, lima), cenoura, figo, salsinha, arnica, hibisco, arruda, canela.

O quadro surge, geralmente, nas primeiras 24 horas após o contato, inicialmente como manchas avermelhadas, podendo, inclusive, formar bolhas, evoluindo para manchas escuras.

Então, cuide-se! Evite beber ou fazer limonada ou suco verde ao se expor ao sol. Caso apresente o contato, lave bem as mãos e a boca antes de tomar sol. A prevenção é o melhor remédio! E procure sempre um dermatologista caso as lesões ja tenham ocorrido, a fim de evitar manchas indesejadas, que em muitos casos podem ser de longa duração!

Do Pastel ao Limão… Contemplando pessoas!

By |2017-12-21T10:31:46-02:00dezembro 27th, 2017|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , |

Olá, pessoas lindas que acessam o Blog Rosa Valente! Pergunto, quem já foi em uma feira livre na sua cidade ou bairro? Aquela que expõe frutas, legumes, verduras, flores, frango, peixe e coisas que só encontramos lá. Acho que muita gente!

Pois é, em dos meus dias livres, resolvi comer aquele pastel de queijo gostoso com caldo de cana em uma das feiras livres no meu bairro, sem me preocupar em estar vestida formalmente, sem culpa pelos quilinhos a mais, sem maquiagem, sem ligar para o esmalte na unha que descascou ou com o cabelo e sem celular. Venho compartilhar com vocês essa experiência, um olhar que surgiu depois de ter frequentado inúmeras vezes o mesmo ambiente desde criança. Agora me surpreendo como frequentei um lugar sem percebê-lo, no automático. Mas afinal, o que tem de especial em uma feira de rua?

Enquanto comia meu pastel, olhava as pessoas que circulavam e de repente ouço um feirante falar alto com os outros com um tom de voz agradável e descontraído:

“gente, chegou à concorrência desleal!”. Curiosa, me virei para olhar. Era um rapaz sem pernas, amputado quase na altura dos quadris que se deslocava em cima de um carrinho de rolimã, meio que adaptado para que ele pudesse ficar com mobilidade suficiente para vender seus saquinhos de limão pendurados em seu pescoço. O mesmo rapaz ainda carregava uma plaquinha de papelão onde estava escrito limão a jato. Ele gritava “olha o limão verdinho e levado até você freguesa! Aqui a barraca vai até