Moda Inclusiva, Andréia da Silva e o Jornalismo de Moda

By |2017-11-14T13:04:56-02:00novembro 14th, 2017|Categories: Moda|Tags: , , , , , , |

Professora Ms. Ana Elizabeth Simões, gaúcha, 65 anos, Docente em cursos de Design de Moda, Moda, Jornalismo, Publicidade e Administração em Marketing em Santa Catarina. Apaixonada por minha profissão, na área privada e docência.

Sou professora e especialista em Jornalismo de Moda. Mestre em Engenharia da Produção com ênfase em Produtividade empresarial e Marketing. Desde 1991, ministro aulas em cursos universitários de Moda e Jornalismo em Santa Catarina, onde resido. Mas esta é uma breve apresentação, o que interessa, nesta linda trajetória que tanto me fascinou, é o meu primeiro contato com a Moda Inclusiva, através de disciplina que ministrei – esta na Associação Luterana Bom Jesus Ielusc de Joinville (SC) – como professora pesquisadora da disciplina e pesquisadora voluntária na área de Moda; visto que é disciplina opcional nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

Moda Inclusiva ainda é um assunto pouco pesquisado e com raras introduções como disciplina fixa no desenho curricular das universidades. Para ilustrar esse contexto, nada melhor do que torná-lo prático e experiencial com uma de minhas alunas, cadeirante, portadora de paralisia cerebral e com alguns problemas neurológicos de fala e coordenação motora. Andréia, a minha Deinha atriz (Andréia da Silva, 36 anos), formada ano passado em Jornalismo pela instituição citada e literalmente apaixonada por Moda e Moda Inclusiva. Como temos aqui no estado o maior evento do Sul em Moda Inclusiva, na sua edição em Florianópolis um dos seus sonhos, era assistir/ desfilar no evento. Embora ela ainda não tenha conseguido, sei que muito em

Moda Inclusiva – Parte II

By |2017-09-18T16:29:27-03:00setembro 18th, 2017|Categories: Moda|Tags: , |

Olá, gente querida!

Encontrei poucas marcas e pessoas que trabalham com moda inclusiva, mas tudo o que encontrei está aqui.

No final da matéria, vocês encontrarão alguns links de sites que vendem roupas bonitas e confortáveis para pessoas especiais.

Confira a seguir duas histórias superinteressantes de pessoas que confeccionam roupas adaptáveis.

 

Izzy Camilleri

O trabalho de Izzy Camilleri é a prova de que a moda pode ir além da aparência. No mercado há 30 anos, passou metade desse tempo dedicando-se a linha de roupas adaptáveis. O que isso significa? Basicamente, entender as limitações das pessoas que usam cadeiras de rodas e, a partir daí, desenvolver soluções em roupas confortáveis e que não machuquem.

Izzy sempre levou seu trabalho muito a sério. Não à toa, coleciona nomes como David Bowie e Angelina Jolie na lista de pessoas que já usaram suas peças. Lembra do casaco de pele de raposa da Miranda Priestly no Diabo Veste Prada? Pois é! A confecção de roupas adaptáveis começou por acaso quando a repórter e ativista canadense Barbara Turnbull pediu uma capa de camurça que coubesse em sua cadeira de rodas. “Ela estava me explicando com todo amor como a capa deveria ser”. lembra Camillieri. “Ela também foi muito paciente comigo porque eu fiz um monte de perguntas”.

A capa foi um hit tão grande, que ela fez uma versão em cashmere e outra em jeans. A partir daí, ela foi ganhando mais clientes e desenvolvendo outras peças e passou cinco anos estudando moda para cadeirantes. “Eu realmente precisava entender tudo sobre o