Quando preciso de força

By |2019-04-22T08:56:12-03:00abril 22nd, 2019|Categories: Reflexões|Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , |

Sempre quando preciso de força, encontro nos meus pais, Vania Maria Dotto Alves e Boaventura Pinto, e nas minhas duas irmãs, Carla Pinto e Bruna Pinto.

Quando estou desmotivada, pensando em desistir da minha luta, quando a vida parece sem graça. Eles me mostram que ela é muito melhor que parece ser, me levantam toda vez que caio, ou até mesmo antes de eu tropeçar já estão me aparando!

Com eles eu aprendo a me renovar, a me reinventar, a me reencontrar, a acreditar em mim novamente e em sentimentos, que já estavam completamente desacreditados!

Tudo que sou, a minha persistência, a forma como vejo a vida devo a minha família e alguns poucos e bons amigos!

Em suas palavras encontro a esperança que sempre o melhor ainda está por vir!

Amo vocês mais que tudo!!

Solidão, estar só ou ser só?

By |2018-03-27T11:47:48-03:00março 28th, 2018|Categories: Moda, Reflexões|Tags: , , , , , , , , , , |

O isolamento é uma atitude de fuga, muitas vezes escolhida para nos distanciar de fatos mais dolorosos.

A solidão pode ser um estado permanente? É possível que você seja uma pessoa solitária ao invés de apenas estar se sentindo desta forma?

Para sermos mais claros, não existe uma única solidão que se ajuste aos sentimentos individuais de cada ser humano, o que encontramos são formas de solidão.

Algumas desembocam sentimentos de pânico e medo a partir de um comportamento de isolamento social que pode se agravar ao longo da vida.

Outras podem ser apenas reflexos de um momento pessoal ou ainda uma característica comportamental com a qual podemos aprender a conviver.

Seja como for, a solidão pode ser pessoalmente devastadora ou um fardo compartilhado com as pessoas a nossa volta.

Uma pessoa solitária pode não estar sozinha, apenas se sentindo desta forma a partir da maneira como interpreta o mundo.

Para simplificar, digamos que você tenha a mais absoluta certeza de que ninguém te entende em sua família. Como consequência passa a preferir cada vez mais o isolamento e quanto mais se fecha em si mesmo, menos as pessoas entendem seu comportamento.

No extremo desta sequência de eventos, suas reações à interação com as pessoas passam a ser baseadas em desconfiança.

A desconfiança pode desenvolver o medo e a partir daí é possível que se chegue ao pânico. Tudo isso por se distanciar da realidade compartilhada, como se todas as pessoas a nossa volta fossem incapazes de entender nossos sentimentos ou formas de pensar.

Enquanto na realidade, nossa forma de

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE: o mal do século XXI?

By |2017-12-07T08:08:35-02:00dezembro 8th, 2017|Categories: Psicologia|Tags: , , , , , , , , , , , |

A ansiedade é complexa e misteriosa, como Sigmund Freud observou muitos anos atrás. Ainda hoje, no século XXI, quanto mais estudamos a seu respeito, mais intrigante nos parece. A “Ansiedade” é muito mais que um tipo específico de transtorno. É uma emoção tão envolvida com a psicopatologia, que essa discussão explora sua natureza geral, tanto biológica quanto psicológica¹.

Virou lugar comum falar sobre ansiedade e o mal que ela causa, e há hoje no mercado um sem número de programas de televisão, livros de autoajuda, acampamentos de meditação e pseudo terapeutas falando sobre como “curar” a ansiedade ou evitá-la. Há também um número crescente de fármacos para o alívio da tão temida ansiedade. Mas o que ela é? O que causa? Por quê ficamos ansiosos? Vamos começar a entende-la por sua definição simples: Ansiedade é um estado de humor negativo caracterizado por sintomas corporais de tensão física e apreensão em relação ao futuro (American Psychiatric Association, 2013; Barlow, 2002). Aqui, já identificamos que a ansiedade envolve duas dimensões, a biológica por seus sintomas físicos e a psicológica pelo seu sentido subjetivo de apreensão em relação a algo, e, que este algo se orienta para o futuro. Portanto, ela é uma emoção. As emoções desempenham enorme papel em nossas vidas diárias e podem contribuir significativamente para o desenvolvimento da psicopatologia (Barret, 2012; Gross, 2014; Kring & Sloan, 2010; Rottenberg & Johnson, 2007).

Vejamos agora qual seria a relação da emoção entre medo e ansiedade. Considere o medo, você está voltando para casa depois